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Vista parcial de São Joaquim em 1940.

Vista
parcial de São Joaquim em 1997
OUTRAS IMAGENS HISTÓRICAS
Loja Maçônica
Fraternidade Serrana 1921-1925
São
Joaquim - 1887
Armandinho Waltrick
- neve de 1957
Igreja Matriz
de São Joaquim - neve de 1957
Futebol
- Clube Atlético Serrano - 1970
Banda
Mozart Joaquinense - 1945
Invernada
Artística do CTG Minuano Catarinense - 1969
Cartaz
da XV Festa da Maçã - 2006
Imagens
de São Joaquim - Portal Terra
Família
Camargo
BREVE HISTÓRIA
São Joaquim foi colonizada por descendentes
de portugueses e espanhóis vindos do Rio Grande do Sul e
de São Paulo, a partir de 1750. Depois de se fixarem na
região fundaram grandes fazendas de gado, muitas das quais
serviram de pouso aos tropeiros que levavam gado do sul
para a região de Sorocaba/SP. A partir de 1873, com
a fundação da freguesia de São Joaquim do Cruzeiro da Costa
da Serra, a região recebeu descendentes de alemães e italianos,
que se integraram ao processo de colonização. Em agosto
de 1886, a freguesia tornou-se vila, emancipando-se em 07
de maio de 1887.
Nos fins do século XVII a
então província de Santa Catarina contava
com as seguintes povoações: São Francisco
do Sul, a primeira a ser fundada, Desterro, que passou a
ser a capital da província, fundada em 1673 e Laguna,
que abrigava todo o sul da Província. Estas povoações
e as que foram pouco a pouco surgindo, quase sem comunicação
entre si, muito lutavam contas as invasões de navios
estrangeiros e, no interior, contra os constantes ataques
indígenas. O Brasil, com seu imenso território
era uma simples colônia de Portugal.
Sobre a data em que se fixaram os
primeiros povoadores nas terras que formam hoje o município
de São Joaquim, não existe documento algum.
Sabe-se que nas primeiras décadas do século
XVIII, precisamente no ano de 1728 por estas paisagens andou
o pioneiro Francisco de Souza Faria, que abriu o primeiro
caminho ligando o litoral catarinense ao seu planalto. Essa
picada de denominava “Estrada dos Conventos ou de
“Araranguá”. Por ser íngreme nas
estrada subiam homens e tropas de animais, que vindos do
Rio Grande do Sul, demandavam ao campo de Lages, com destino
à São Paulo. Segundo a obra “História
de La Conquista”, do jesuíta Losano, editada
em 1745, sabe-se que os campos e pinheirais catarinenses,
inclusive os de São Joaquim, teriam sido visitados
pelos padres espanhóis da Companhia de Jesus.
Com a fundação de Lages
em 1766 por bandeirantes paulistas alguns se estabeleceram
nos campos adjacentes e teriam andando ou até se
fixado pela região de São Joaquim. Pode se
afirmar que tenham sido os gaúchos os primeiros habitantes
das terras joaquinenses. Os primeiros documentos encontrados,
fazendo referencia ao povoado que hoje é a cidade
de São Joaquim, são de 1868 ou 1869. Por essa
época já era Lages, uma localidade regularmente
desenvolvida e o seu município abrangia as terras
circunvizinhas, compreendendo as áreas que formam
atualmente os Municípios de São Joaquim, Urubici
e Bom Retiro. Foi em 1873, no Distrito da Costa da Da Serra
que o bandeirante paulista Manoel Joaquim Pinto, fundou
a freguesia de São Joaquim de Cruzeiros. Em 1887,
São Joaquim assumiu sua independência, com
a instalação do município em 07 de
maio daquele ano.
Na imensidão do território
brasileiro, no sudeste do planalto catarinense nasceu a
pitoresca cidade de São Joaquim. No período
de 1750, conta a história, da existência de
grandes fazendas de gado, sendo que seus proprietários
vinham de São Paulo e do Rio Grande do Sul, mais
precisamente de Santo Antonio da Patrulha e Viamão
no Rio Grande do Sul. Os paulistas vinham da região
de Piracicaba e Araraquara no interior paulista. Através
do entrelaçamento das famílias pioneiras forma-se
extenso feudo rural. Eram ao total meia dúzia de
sesmarias que naquela época faziam parte da freguesia
Nossa Senhora dos Prazeres de Lages, atual cidade de Lages,
do qual São Joaquim foi desmembrada. O município
denominava-se então, Costa da Serra e, em 28 de janeiro
de 1868, nele foi criado um Distrito Policial.
Pela lei Provincial n° 645 de
02/05/1871, de 1° de Abril de 1873, o distrito policial
foi desmembrado da freguesia da Lages, e instalado no Distrito
da Costa da Serra a freguesia de São Joaquim do Cruzeiro.
Seu fundador, o Paulista Manoel Joaquim Pinto de Arruda
Filho, nasceu por volta de 1808/1809. Destacou-se politicamente
nos anos de 1822 e 1824 em Piracicaba, São Paulo.
Para fundar São Joaquim, teve a colaboração
de vários pioneiros da região. Em 31 de março
de 1886 a então freguesia foi elevada a vila, surgindo
assim o novo município. Em 16 de janeiro de 1887
realizava-se a primeira eleição a vereador,
em sete de maio de 1887 passou à denominação
de São Joaquim, com a sua instalação
oficial.
Como os demais municípios
da serra catarinense, teve na extração da
madeira, na agricultura e na pecuária toda a base
da economia. Entretanto hoje em dia, aproveitando o clima
propicio, desenvolve a fruticultura em larga escala, diversificando
entres plantações de uvas para vinhos, frutas
de clima temperado e principalmente maçã,
sendo uma das maiores produtoras do país. A terra
do frio, hoje é um dos polos da serra catarinense
pelo desenvolvimento e progresso continuo.
CARACTERÍSTICAS
Situada a 1.360m de altitude, São Joaquim
é considerada a cidade mais fria do Brasil, sendo famosa pela
neve que cai a cada inverno. Além do cenário tipicamente europeu,
o município é um misto de cultura, diversidade étnica, tradição
e natureza, com um leve aroma de maçãs e uvas solto no ar.
Data de fundação - 07 de abril de
1887.
Data festiva - 07 de maio (aniversário da cidade).
Principais atividades econômicas - A economia do município
era fundamentada na pecuária, mas teve grande impulso com a
cultura da maçã, iniciada na década de 1970. Hoje, São Joaquim
é o terceiro produtor da fruta no Estado, contando mais de 600
pequenos produtores.
População - 22.790 habitantes (senso de 2000).
Colonização - Gaúcha, paulista, alemã e italiana.
Principais etnias - Portuguesa, africana, alemã, italiana,
japonesa e gaúcha.
Localização - Planalto Serrano, a 136km de Tubarão, 81km
de Lages e 276km de Florianópolis.
Área - 1.888,1km2.
Clima - O clima é temperado, com baixas temperaturas
no inverno - os termômetros já marcaram -10ºC. No verão, a temperatura
máxima já ocorrida foi de 31,4ºC, e a mínima registrada
foi de -14ºC, em 1969.
Altitude - O centro da cidade está 1.360m acima do nível
do mar.
Cidades próximas - Lages, Painel, Urubici, Urupema, Orleans,
Lauro Müller, Bom Retiro.
Paisagem natural

Maçã
- produto responsável por 80% da economia de São
Joaquim

Pomar
de maçãs em plena carga

Pinha
- pinhão
 

Uva Cabernet Sauvignon
Notícia
sobre São Joaquim na imprensa nacional - Portal Terra
Veja
mais detalhes sobre a cultura e a história de São
Joaquim
Um
pouco + sobre São Joaquim
Release Turístico
TURISMO
São Joaquim é a cidade mais fria do Brasil
- no inverno seus termômetros podem marcar –10°C. As cachoeiras
ficam congeladas e os campos cobertos de neve. É o único lugar
no País onde, invariavelmente, neva a cada inverno. Grande produtora
de maçã, promove a cada dois anos a Festa Nacional da Maçã,
atraindo milhares de turistas. Mais recentemente também
tornou-se referência na produção de vinhos
finos, tendo como destaques as vinícolas Villa
Francioni e a Sanjo.
Destaque também para o Parque Nacional de São Joaquim, a beleza
da Serra do Rio do Rastro, os campos e as araucárias, que se
sobressaem entre cachoeiras, vales e rios com corredeiras. Opções
de lazer não faltam em São Joaquim. Para quem sobre a Serra
do Rio do Rastro, é obrigatória uma parada no Mirante,
de onde se avista grande parte da região, destacando-se os campos
divididos por taipas (muros de pedras), antes de seguir pela
estrada emoldurada pela paisagem de campos nativos e capões
de pinheiros araucária, até entrar na zona urbana
da cidade. Nos dias claros é possível ver o mar, a mais de 100km
de distância e 1.400m abaixo. Na cidade, sobressai-se a imponência
da Igreja Matriz, construída entre 1918 e 1935, toda em pedra
basálto retirada dos morros próximos e trazida em carros de
boi.
Natureza - O Snow Valley, uma trilha
ecológica entre xaxins, pinheiros, bracatingas e samambaias,
cascatas e pontes rústicas, é o principal atrativo natural de
São Joaquim. Mas vale também uma visita ao Parque Nacional de
São Joaquim, com matas de araucárias e vários cânions.
Cultura - O povo de São Joaquim
é formado por uma mistura étnica curiosa – japonês, africano,
bugre, italiano, gaúcho, alemão... Cada cultura preserva suas
tradições através do folclore, da literatura, das artes plásticas,
do artesanato, da dança e da música, nas várias associações
étnico-culturais existentes na cidade. Na Casa do Artesão há
permanente exposição de peças de artesões locais.
Infra-estrutura turística - A melhor
infra-estrutura turística de São Joaquim está nas fazendas para
turismo rural, mas na cidade também há bons hotéis, com calefação
ou lareira, adaptados para o frio rigoroso do inverno. Os restaurantes
típicos servem comida caseira, muito saborosa. No Parque Nacional
da Maçã, onde acontece a Festa Nacional da Maçã, há infra-estrutura
adequada ao turismo rústico, com camping, cancha de laço, pavilhão
de exposições e palco para shows.
Como Chegar - Acesso rodoviário
pela SC-438, mais conhecida como Estrada da Serra do Rio do
Rastro. A rodovia liga a BR-101 (na altura de Tubarão, distante
136km) à BR-116 (na altura de Lages, distante 81km). São Joaquim
conta com um pequeno aeroporto, não-pavimentado, de 1.050m x
30m. Em Lages há aeroporto asfaltado e com balizamento noturno

Colheita da maçã
SERVIÇOS
Notícias
de São Joaquim
Secretaria
de Desenvolvimento Regional de São Joaquim
Câmara
Municipal de São Joaquim
Prefeitura Municipal
de São Joaquim
Hotel
Fazenda Rio do Rastro

Vale da
Neve
Pousada
Água Santa
Pousada
Caminhos da Neve
Pousada
Monte Carlo
Pousada
Chalé Alto da Serra
Pousada
Branca de Neve
Fazenda
Ipê
Cooperserra
Sanjo
ZuUm
ZuUm
Hotel
Nevada
Cabanha
Céu Azul - Hereford
Climaterra
São
Joaquim Park Hotel
Festa Nacional
da Maçã
Villa
Francioni
Turista apreciando a paisagem
nevada
PEQUENAS BIOGRAFIAS DE PERSONAGENS HISTÓRICOS
Paulo
Bathke
Jorge
Bleyer
Manoel
Joaquim Pinto
Martinho
de Haro
Hercílio
Vieira do Amaral
Agripa
de Castro Faria
Domingos
Martorano
Joaquim
Pinto de Arruda
Sebastião
Furtado
Adolfo
José Martins
Boanerges
Pereira de Medeiros
Hortêncio
Goulart
Prudente
Cândido da Silva Filho
Marcos
Batista
João
Ribeiro
Inácio
Palma
Dante
Martorano
Enedino
Batista Ribeiro
Antonio
Palma
Cesário
Amarante
Leonel
Porto
PREFEITOS
(Fonte: "Conhecendo São Joaquim", de Rosimere
Mariotti Machado e João Batista de Oliveira)
| Antonio
José Alves de Sá |
|
| João
da Silva Ribeiro |
1891 - 1895
|
| Leonel
Caetano da Silva Machado |
1895 - 1897
|
| (Cel)
Cesário Joaquim do Amarante |
1898 - 1926
|
| Boanerges
Pereira de Medeiros |
1926 - 1930
|
| Antonio
Palma |
1930 - 1931
|
| Paulo
Bathke |
1931 - 1934
|
| José
Borges de Souza |
1934 - 1935
|
| Antonio
Pereira Sobrinho |
1935 - 1936
|
| Gregório
Pereira da Cruz |
1936 - 1941
|
| Hercílio
Vieira do Amaral |
1941 - 1947
|
| Hilário
Bleyer |
1947 - 1951
|
| Ismael
Nunes |
1951 - 1956
|
| João
Inácio de Melo |
1956 - 1961
|
| Ismael
Nunes |
1961 - 1965
|
| Osni
Vieira |
1965 - 1966
|
| Egídio
Martorano Neto |
1966 - 1970
|
| Joaquim
Anacleto Rodrigues Neto |
1970 - 1973
|
| Egídio
Martorano Neto |
1973 - 1974
|
| Joaquim
Godinho dos Santos |
1975 - 1977
|
| Rogério
Tarzan Antunes da Silva |
1977 - 1983
|
| Prudente
Cândido da Silva Filho |
1983 - 1988
|
| Rogério
Tarzan Antunes da Silva |
1988 - 1992
|
| Joaquim
Anacleto Rodrigues Neto |
1993 - 1997
|
| João
Carlos Pagani |
1997 - 2000
|
| Newton
Stélio Fontanella |
2001 - 2004
|
| Newton
Stélio Fontanella |
2005 -2008
|
| José
Nérito de Souza |
2009 - 2012
|
|